IoT - Internet of Things
Conceitos

O que é Internet das Coisas?

A Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) vem se tornando um tópico cada vez mais discutido dentro e fora do local de trabalho. Afinal, este conceito tem o potencial de impactar a forma como vivemos e também como trabalhamos. Mas o que exatamente é a Internet das Coisas e qual o impacto que terá em nosso cotidiano? Ainda que o tema seja extenso e complexo, neste texto focaremos nos conceitos básicos.

As novidades nesse campo envolvem inovações técnicas, dilemas éticos e políticos, e a integração entre áreas técnicas e de negócios. De fato, para que a Internet das Coisas se torne realidade, existe uma série de eventos acontecendo em paralelo e criando uma “tempestade perfeita”:

  1. Planos de Internet banda larga vem se tornando cada vez mais populares e acessíveis;
  2. Cada vez mais sensores vêm sendo incorporados em dispositivos com conexão sem fio;
  3. Os custos de hardware estão diminuindo; e
  4. O uso de smartphones tem crescido exponencialmente.

Qual é a origem da Internet das Coisas?

Os primeiros computadores pessoais surgiram na década de 70 e foram evoluindo com três pilares: aumentando a capacidade de processamento, diminuindo o tamanho e reduzindo o preço. No meio dessa evolução, a Internet surgiu em 1989 como uma rede capaz de conectar computadores do mundo inteiro.

Em 1989, Tim Berners-Lee implementou a primeira comunicação bem-sucedida entre um cliente e servidor de protocolo de transferência de hipertexto via Internet.
A Internet (WWW) surgiu em 1989 como uma forma de conectar computadores de uso pessoal a longas distâncias.

Por sua vez, as tecnologias que permitem a conexão de dispositivos à Internet foram evoluindo, saindo de cabos até surgirem sistemas sem fio que utilizam ondas de rádio para transmitir dados. As principais bases dessa evolução estão no aumento da velocidade e na redução do consumo de energia por cada byte transmitido.

O que significa Internet das Coisas?

O termo “Internet das Coisas” (IoT) surgiu em 1999 a partir convergência da evolução dos computadores e das tecnologias de Internet.

Em 1994, a Internet chegou ao Brasil. Em 1999, o termo "Internet of Things" foi cunhado por Kevin Ashton.
10 anos após o surgimento da Internet, o termo “Internet das Coisas” foi inventado.

Como resultado dessa evolução, passamos a contar com dispositivos cada vez menores e capazes de serem integrados a itens do dia a dia, como carros, relógios, roupas e geladeiras, e também no cotidiano de linhas de produção, como máquinas e motores. Esses dispositivos possuem a capacidade de processar e transmitir informações de sensores, como câmeras, detectores de presença e temperatura. Por fim, essas informações chegam rapidamente a outros sistemas conectados à Internet e permitem o gerenciamento de um ambiente à distância e a previsão sobre os resultados que serão obtidos a partir do comportamento das máquinas ou das pessoas que estão interagindo com aquele ambiente.

Ou seja, a IoT é uma rede gigante de “Coisas” e seres vivos conectados. Essas interações são automatizadas através de comunicações sem fio (como as ondas de rádio frequência) ou cabeadas.

As novas previsões da International Data Corporation (IDC) estimam que em 2025 haverá cerca de 41,6 bilhões de dispositivos IoT conectados. Essa quantidade de “Coisas” irá gerar 79,4 zettabytes de dados.

E agora?

Projetos de IoT já são realidade em muitos países. No Brasil, algumas empresas saíram na frente e já buscam oportunidades e desafios que podem ser superados com o uso desse tipo de tecnologia. Enquanto vamos conectando mais e mais dispositivos nos roteadores domésticos e criamos a Internet das Coisas em nossos lares, muitas empresas começam a se preparar para as enormes quantidades de dados que todos esses dispositivos produzirão.

As equipes de TI precisam arquitetar uma maneira de armazenar, rastrear, analisar e dar sentido às enormes quantidades de dados que serão gerados em um futuro próximo. Por isso, agora é o momento de nos educar sobre o que é a IoT e entender que tipos de problemas podem ser resolvidos e qual é o impacto dessas soluções na forma como trabalhamos e vivemos.


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Para citar o conteúdo desse artigo em dissertações, manuscritos ou teses, utilize o link direto: https://www.doutoriot.com.br/conceitos/o-que-e-internet-das-coisas/

A referência abaixo já está formatada no padrão ABNT:

DIAS, Gabriel Martins. O que é Internet das Coisas?. Doutor IoT, São Paulo, 10 de jun. de 2021. Disponível em: <https://www.doutoriot.com.br/conceitos/o-que-e-internet-das-coisas/>. Acesso em: 10 de jun. de 2021.
Dispositivos da Internet das Coisas
Sensores e Dispositivos

O que são as “Coisas”?

Uma onda de novas tecnologias e redes trouxe à tona a expressão “Internet of Things (IoT)” (em português, Internet das Coisas). Esse conceito faz referência aos bilhões de dispositivos físicos em todo o mundo que agora estão conectados à Internet, coletando e compartilhando dados. A esses dispositivos, também damos o nome de smart devices (dispositivos inteligentes, em inglês).

Como resultado do aumento de smart devices e da evolução das redes sem fio, hoje em dia é possível conectar diversos tipos de objetos à IoT, sejam eles tão pequenos como um parafuso ou tão grandes como um avião. Com essas conexões, a IoT se torna capaz de automatizar decisões e processos, uma vez que muitos desses dispositivos podem em serem lidos e/ou ativados sem a necessidade de contato com  humanos, seja por meio de seus sensores ou da programação de comandos.

Mas, afinal, o que é uma “Coisa”?

Uma “Coisa” (ou smart device) é qualquer dispositivo capaz de processar informações e interagir com o mundo ao seu redor ou com outras ”Coisas”.

O que são as “Coisas” da Internet das Coisas

Para ser considerado uma “coisa”, um dispositivo precisa ter duas capacidades básicas:

  • Processamento de dados – sejam esses dados recebidos de outros dispositivos ou capturados por sensores, por exemplo, de temperatura, luminosidade ou acelerômetros.
  • Comunicação com outros dispositivos – que pode ser feita através de uma conexão por fio ou por rádio-frequência, por exemplo, Wi-Fi, Bluetooth ou RFID.

Ou seja, um dispositivo deve ser capaz de processar e transmitir dados para outros dispositivos. Esses dados devem, eventualmente, chegar à Internet ou à uma rede privada (Intranet ou Nuvem privada) que permita o acesso remoto a essas informações.

Exemplos de Smart Devices: Celulares, TVs, Termostato, Geladeira e Aspirador de pó

Basicamente, qualquer objeto pode ser transformado em uma “coisa”, desde que conectado direta ou indiretamente à internet. Alguns dos exemplos mais comuns são lâmpadas que podem ser ligadas por meio de um smartphone, câmeras de segurança que transmitem imagens e outras informações através da Internet e relógios capazes de medir os batimentos cardíacos e enviar para um aplicativo no celular do dono.

Esses objetos podem ter uma finalidade voltada para o lazer, como caixas de som e sistemas interativos (como a Alexa, por exemplo); ou podem fazer parte de um sistema crítico, como os equipamentos automatizados utilizados para exames médicos e cirurgias, e até mesmo um veículo guiado pelo sistema, sem o auxílio de um motorista humano.

O que são os dispositivos wearables?

Os famosos wearables nada mais são do que peças do vestuário capazes de capturar dados e enviá-los a outros dispositivos. O exemplo mais conhecido são os relógios da nova geração, que chegam ao mercado com as mais diversas funções.

O Apple Watch e outros smartwatches do mercado, permitem agora o acesso a mensagens de texto, ligações, músicas, aplicativos e muito mais. Além disso, dispositivos como Fitbit e Jawbone ajudam a revolucionar o mundo fitness, fornecendo às pessoas mais dados sobre seus exercícios.

Além dos relógios, existem aneis capazes de medir os batimentos cardíacos e monitorar o sono, sensores de glicemia utilizados por diabéticos, óculos de Realidade Virtual (VR), solas de tênis capazes de contar passos e avaliar a inclinação da pisada e diversas peças de roupas capazes de transmitir informações sobre seu uso e o ambiente ao redor.

Como as SmartTVs se encaixam na IoT?

Muitas pessoas nem se dão conta, mas já estão tendo acesso à Internet das Coisas. Um dos exemplos disto é a utilização das SmartTVs, dispositivos que se tornaram muito populares nos últimos anos.

Além de processarem informações simples sobre canais e ajustes de resolução de tela, os modelos mais modernos de TVs podem ser controlados por comandos de voz e são capazes de ajustar as configurações de cores e contrastes de acordo com a iluminação do local onde está instalada.

Por fim, as SmartTVs possuem conexão com a Internet a fim de permitir o acesso a sites e aplicativos, como Youtube e Netflix, e também o controle a partir de outros dispositivos, como celulares e tablets. Essa simples conexão não apenas habilita o controle remoto das TVs, como também permite que dados como a quantidade de horas de funcionamento, tipo de programação e volume da TV sejam armazenados para futuras análises. Com a devida autorização do proprietário do aparelho, esses dados podem ser aproveitados em estudos comportamentais, na otimização de componentes ou até mesmo para fins médicos, como tratamentos e diagnósticos que possam estar relacionados com o hábito de assistir TV.


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DIAS, Gabriel Martins. O que são as “Coisas”?. Doutor IoT, São Paulo, 10 de jun. de 2021. Disponível em: <https://www.doutoriot.com.br/sensores-e-dispositivos/o-que-sao-smart-devices/>. Acesso em: 10 de jun. de 2021.
Definição de 5G
5G e Conectividade

O que é 5G?

O 5G, também conhecido como quinta geração de telefonia móvel, é uma nova tecnologia de transporte de informações em redes. É a sequência do 1G, 2G, 3G e 4G, com a promessa de trazer uma reviravolta por ampliar e transformar o papel das tecnologias móveis na sociedade com alta velocidade, baixa latência e eficiência.

Qual é a velocidade do 5G?

O 5G deve chegar à velocidade de 20Gbps
O 5G deverá ser até 20 vezes mais rápido.

O 5G irá aumentar as velocidades de download para até 20Gb por segundo, comparado com a velocidade de 1Gb por segundo do 4G. Isso significa que será possível baixar um filme inteiro com qualidade HD em poucos segundos. Com uma boa conexão 4G, um filme com qualidade HD demora uma hora para ser baixado.

A especificação inicial exige que o 5G tenha velocidade de, pelo menos, 20 Gb/s de download e 10 Gb/s de upload em cada estação rádio-base, o que permitiria que filmes em HD e outros arquivos gigantes, por exemplo, sejam baixados em poucos segundos.

Na prática, essa velocidade será compartilhada com todos os dispositivos conectados na mesma banda. Mas, ainda assim, com uma velocidade muito superior ao que vemos nas redes atuais.

Qual é a latência do 5G?

Alta velocidade e baixa latência são diferenciais do 5G
O aumento da velocidade associado à menor latência terá impacto no nosso dia a dia.

As redes 5G prometem ter baixa latência, ou seja, baixo tempo de resposta – evitando assim travamentos indesejados que atrapalham a experiência de aplicativos online. No 5G, os usuários devem ter uma latência máxima de apenas 4 milissegundos, muito menor que os 20 milissegundos do 4G. A especificação do 5G também prevê uma latência de apenas 1 milissegundo para comunicações ultra-confiáveis.

A baixa latência do 5G potencializa aplicações que não seriam possíveis nas redes atuais. Toda essa velocidade e eficiência resultará numa infinidade de aplicações e as redes passarão a suportar uma maior quantidade de dispositivos conectados e a expansão da demanda de Internet das Coisas (Internet of Things).

Quão eficiente é o 5G?

A eficiência do 5G permitirá que muito mais dispositivos se conectem diretamente à Internet.

O 5G não é apenas mais rápido e confiável, mas é também mais eficiente. O 5G irá consumir menos energia nos dispositivos, o que significa mais tempo de bateria. A maior capacidade da rede 5G também significa que a rede será capaz de suportar o rápido aumento de dispositivos conectados, que é um efeito já esperado com a expansão da demanda de Internet das Coisas (IoT).

Qual o impacto do 5G no nosso dia a dia?

O grande aumento em sua velocidade e a baixíssima latência impulsionam esse novo mercado e abrem as portas ao desenvolvimento de uma grande variedade de aplicações  como carros autônomos, cirurgias à distância, conexão de equipamentos (IoT), automação e robótica industrial. Ou seja, uma conexão que vai muito além dos dispositivos móveis e alcança uma nova parcela de conectividade em outros objetos eletrônicos.

Hoje em dia, a tecnologia de telecomunicação móvel não é classificada como uma “Tecnologia de Propósito Geral”. Esse tipo de tecnologia, como a eletricidade, a Internet e a combustão interna transformaram drasticamente tanto o nosso cotidiano como a forma como os negócios são conduzidos. O 5G tem potencial de elevar as comunicações móveis a este patamar, dado o espaço que vem sendo criado para inovação em massa, além das novas indústrias que podem movimentar a economia de certas regiões. O 5G irá evoluir de uma tecnologia que conecta pessoas e informações para uma estrutura que conecta pessoas e máquinas a praticamente tudo.

Qual o impacto do 5G na economia?

O 5G irá desencadear um crescimento econômico sem precedentes. Sua cadeia econômica tem potencial de gerar uma receita que se aproxima dos US$ 3,5 trilhões e até 22 milhões de novos empregos até 2035. Além disso, com o passar dos anos, a quinta geração de telefonia móvel poderá acelerar o crescimento do PIB mundial – com valores que equivalem a adição de um país como a Índia ao mundo.

Com o passar dos anos, o 5G irá acelerar o crescimento do PIB mundial com cerca de US$3 trilhões entre 2020 e 2035. Este aumento de valor é equivalente a adicionar uma economia do tamanho da Índia ao mundo (em valores atuais).

Quando o 5G chegará ao Brasil?

O leilão do 5G no Brasil está previsto para acontecer apenas em 2021. No entanto, nesse meio tempo, uma prévia do sistema chega ao país por meio de uma tecnologia que permite compartilhamento dinâmico de espectro (DSS). Essa técnica implantada no Brasil é chamada de Ericsson Spectrum Sharing (ESS) e utiliza bandas de frequências que já estão em operação comercial compartilhadas com rede existente (4G).

A técnica implementada foi anunciada com a capacidade de oferecer conexões que atingem até 14 megabits por segundo, valores bem superiores ao do padrão atual – isso enquanto o leilão das frequências em 5G não acontecem no mercado brasileiro. A novidade foi anunciada em uma parceria entre a Ericsson e a Claro.

É válido lembrar que, apesar da alta velocidade, a capacidade total da tecnologia 5G só poderá ser utilizada quando as frequências específicas para o sistema forem disponibilizadas para uso. Com isso, será adicionado 3,5 GHz de espectro e a utilização de onda milimétricas. Essa maior capacidade de banda permitirá aplicações mais críticas e que exijam maiores velocidade.


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DIAS, Gabriel Martins. O que é 5G?. Doutor IoT, São Paulo, 10 de jun. de 2021. Disponível em: <https://www.doutoriot.com.br/5g-e-conectividade/o-que-e-5g/>. Acesso em: 10 de jun. de 2021.
Cloud computing
Cloud Computing

O que é Cloud Computing?

A Cloud Computing, conhecida também como computação em nuvem, é uma tecnologia que oferece a computação como um serviço por meio do armazenamento de informações. Ela permite o acesso remoto de arquivos (como programas, recursos e documentos, por exemplo) por meio da conectividade com a internet. Dessa maneira, arquivos, bancos de dados e outros programas podem ser facilmente acessados via computador, tablet ou celular.

Na prática, a computação em nuvem é utilizada diariamente por muitos de nós, estando presentes em documentos acessados via Google Docs, em filmes e séries assistidos via Netflix e músicas escutadas no aplicativo Spotify ou no iTunes.

Se de um lado da computação em nuvem estão os usuários que acessam os recursos (arquivos e programas) através da Internet, do outro lado estão os provedores de serviços. Os provedores são empresas especialistas em tecnologia que investem em adquirir, dar manutenção e garantir a segurança de uma grande quantidade de servidores que serão posteriormente alocados aos usuários.

Ou seja, a computação em nuvem é, na verdade, um conjunto de servidores interconectados sob a responsabilidade de uma empresa provedora. Ao salvar um arquivo na nuvem, ele é armazenado em um desses servidores (ou em vários deles). De forma similar, acessar um aplicativo em nuvem significa executar o aplicativo em um conjunto de servidores de outra empresa. Em resumo, a computação em nuvem é terceirização dos trabalhos de armazenamento e processamento de dados.

Quais os modelos que a Cloud Computing oferece?

IaaS, PaaS e SaaS são os modelos de nuvem utilizados atualmente.

O modelo IaaS (Infrastructure as a Service) é uma infraestrutura de servidores acessada através da Internet e que pode ser consumida como um serviço. Seu principal objetivo é tornar o fornecimento de recursos mais fácil e acessível. Nele, a pessoa ou empresa contrata uma capacidade de hardware responsável pelo armazenamento ou processamento de dados.

O modelo PaaS (Platform as a Service) consiste no serviço de hospedagem e implementação de hardware e software, usados para prover aplicações por meio da internet. Esse modelo facilita o uso destas aplicações, fazendo com que não haja necessidade de uma instalação do programa no computador. Esse modelo é ideal para pessoas e empresas que desejam criar, hospedar e gerir aplicativos em nuvem.

O modelo de SaaS (Software as a Service) é uma forma de distribuição e comercialização de softwares. Nele, o provedor se responsabiliza por toda a estrutura necessária à disponibilização do sistema e o usuário acessa o serviço por meio da Internet. Alguns exemplos de uso no dia a dia são: Facebook, Skype, OneDrive, Google Docs e Twitter.

Quais são os benefícios e vantagens da Cloud Computing?

Para empresas, esta tecnologia permite a redução dos investimentos em hardware, já que o armazenamento definitivo dos arquivos e o processamento de grande parte das informações são feitos na nuvem. Além disso, a computação em nuvem traz a garantia de manutenção e atualização dos sistemas. Isso significa uma redução nos investimentos em times especializados em tecnologia, sem a defasagem da tecnologia, uma vez que isso é garantido pelo provedor.

Na prática, essas características trazem a possibilidade de expansão e redução do serviço conforme a necessidade. Por exemplo, durante uma crise, uma empresa pode ter menos dados para processar e optar por reduzir o plano de nuvem sem ter que se desfazer de servidores ou ativos tecnológicos. Da mesma forma, se uma empresa precisa expandir a sua capacidade tecnológica durante uma época específica do ano, isso pode ser facilmente feito com o upgrade do pacote de serviços de nuvem sem a necessidade de adquirir novos servidores que poderiam ficar subutilizados boa parte do tempo.

No caso de aplicativos que funcionam no modelo SaaS, os usuários sempre têm acesso imediato às versões mais seguras e atualizadas dos sistemas em nuvem. Uma vez que os recursos são acessados pela internet, a empresa que desenvolve o aplicativo só precisa manter uma versão atualizada, o que garante a qualidade e reduz o risco de usuários utilizarem versões antigas e inseguras do seu software.


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DIAS, Gabriel Martins. O que é Cloud Computing?. Doutor IoT, São Paulo, 10 de jun. de 2021. Disponível em: <https://www.doutoriot.com.br/cloud-computing/o-que-e-nuvem/>. Acesso em: 10 de jun. de 2021.
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O que é Big Data & Analytics?

O termo Big Data & Analytics está atrelado à possibilidade de cruzar dados coletados por meio de diversas fontes com o objetivo de extrair informações e insights para um determinado negócio ou identificar problemas imperceptíveis à primeira vista.

Tecnologias de Big Data permitem que os dados sejam extraídos, organizados e tratados. Uma vez disponíveis, técnicas de Analytics ajudam a gerar o entendimento dos dados para que, então, eles sejam transformados em informações úteis para o negócio. Geralmente, o Analytics é muito utilizado nos setores de marketing, financeiro e de controle de qualidade.

Tecnologias Big Data

Diversas ferramentas existem para ajudar as empresas a utilizarem as facilidades oferecidas pelo Big Data. Existem 4 classes de ferramentas:

  1. Armazenamento de dados – por exemplo, Hadoop, MongoDB e Hunk;
  2. Mineração de dados – por exemplo, Presto, Rapid Miner e ElasticSearch;
  3. Analytics – por exemplo, Kafka, Spark, Splunk e Knime;
  4. Visualização de dados – por exemplo, Tableau e Plotly.

O aumento do volume e das fontes de dados exige tecnologias especializadas em armazenamento e processamento de dados, por isso é necessário que os departamentos de TI se organizem para criar ecossistemas de parceiros e fornecedores adequados.

Benefícios do Big Data & Analytics

De fato, a utilização de Big Data & Analytics pode ser interessante para todo tipo de negócio, já que pode ser utilizado tanto internamente quanto externamente. Com a identificação de problemas complexos, é possível ter outros benefícios, como:

  • Redução de custos
  • Facilitação na tomada de decisões
  • Análise de novos produtos e serviços.

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DIAS, Gabriel Martins. O que é Big Data & Analytics?. Doutor IoT, São Paulo, 10 de jun. de 2021. Disponível em: <https://www.doutoriot.com.br/conceitos/big-data-analytics/>. Acesso em: 10 de jun. de 2021.
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O que é Smart City?

Com a ascensão das tecnologias e o crescimento da Indústria 4.0, o movimento de objetos conectados (smart) ganharam força e deram origem ao termo Smart City. Mas, afinal, o que são as cidades inteligentes? Bom… de acordo com a União Europeia, Smart Cities são sistemas e pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida.

Na prática, o termo faz referência às cidades que estão conectadas e otimizadas para oferecer soluções tecnologias sociais e, muitas vezes, sustentáveis à população. Ou seja, cidades que se apoiaram nas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), como o big data, para realizarem o gerenciamento de espaços públicos, transportes, comunicação e até mesmo o uso de recursos hídricos ou energéticos.

Atualmente, cidades de países emergentes estão investindo bilhões de dólares em soluções de IoT para sustentar o crescimento econômico e as demandas materiais da nova classe média.  Ao mesmo tempo, países desenvolvidos começam a aprimorar sua infraestrutura urbana para que permaneçam competitivos e tecnológicos.

Mas, afinal, o que torna uma cidade “Smart”?

As cidades inteligentes são diferentes entre si, afinal, cada lugar tem necessidades e especificidades únicas. Segundo a IBM, as cidades inteligentes são aquelas que fazem uso otimizado de informações interconectadas para entender e melhor controlar operações e recursos. Outras instituições consideram que uma cidade inteligente precisa ter mobilidade limpa e acessível, com a ajuda da tecnologia. Algumas entendem que as pessoas é que devem ser inteligentes e ter poder de escolha sobre seus estilos de vida, trabalho e viagens.

Exemplos de projetos em Smart Cities

Cingapura: a ilha de Cingapura implementou diversas medidas tecnológicas, como: soluções inteligentes de controle de tráfego, que conta com um sistema que permite que os motoristas economizem até 60 horas por ano; táxis autônomos, sem motorista; videovigilância inteligente para detectar atividade criminosa; e o Smart Health TeleRehab, um programa acessível que permite que habitantes da terceira idade tenham dispositivos especiais para fazer consultas médicas a qualquer momento.

Londres: a capital britânica implementou sensores em todas as ruas do bairro de Westminster para que, através de um app, os usuários sejam alertados sobre a disponibilidade de vagas de estacionamento.

Nova York: o epicentro da economia mundial instalou sensores em semáforos e ônibus para descongestionar a circulação de toda a cidade.

São Francisco: para reduzir o tráfego e a poluição, maiores problemas de mobilidade da região, São Francisco apostou fortemente no transporte elétrico autônomo e em uma frota de veículos públicos.

Chicago: mais de 500 sensores converteram esta metrópole em uma região inteligente: seus semáforos, iluminação pública e contêineres de lixo estão todos conectados à Internet para tornar a cidade mais acessível e sustentável.


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